segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Europa X Brasil

Boa tarde!!
Após algum tempo (muito tempo), estou retornando a postar sobre assuntos de finanças e mercados.
A Europa, sempre (foi)  soberba e acima da maioria dos países e está com sérias dificuldades financeiras, até aí todo mundo sabe. O que vai acontecer agora? será que os europeus cederão como PF e baixarão seu nível de vida? e os aposentados? e as crianças? E as empresas?
Além de tudo isto ainda há o desemprego constante beirando 25% da população economicamente ativa.
lembro quando morava em Foz e os Europeus eram os 'the best', chatos, exigentes, reclamavam do Nosso Brasil de 3º mundo...
Agora se inverteram os papéis, Nós estamos 'ajudando' a europa com nossas divisas através de viagens e, principalmente, através de nossas empresas e suas filiais aqui no Brasil.
Inglês? importante falar, mas acredito que mais importante atualmente e num futuro próximo Eles aprenderem falar português.
Brasil. Sou Brasil.

Abraços

Kaio

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Projeções Financeiras 2011, 2012...

Amigos,
Vamos fazer um ´exercício´ e entrar em sites de busca para sabermos o futuro do mundo, de nosso País e de nossas finanças pessoais. Temos os otimistas, os pessimistas e os que atribuem o sucesso ou fracasso financeiro a fatores do ambiente externo.
Sempre desta forma, anos com mais notícias ´ruins´ e anos menos: depende do ´ambiente´ do mercado.
Meu pensamento sobre isto sempre foi o mesmo: o ambiente financeiro pessoal/familiar somos Nós mesmos que fizemos. Estendendo-se para a comunidade e País. Claro que temos que estar ligados nas notícias, investimentos, bens móveis e imóveis, consumo de calçados, roupas e alimentos, etc... pois há momentos favoráveis e desfavoráveis: consumimos ou poupamos?
Claro que temos os perfis conservadores e os agressivos, mas cada um deve estar ´ligado´ no mercado e, principalmente, saber quais as metas e sonhos da família no curto e longo prazos.
Não sei se fui claro=> Resumo: Nós que definimos nosso futuro, nossas conquistas e sonhos. Não vamos ficar dependendo de terceiros, vamos planejar, anotar, poupar, investir e sermos felizes!!!!!
Bom trabalho e bom consumo à todos!!!!

Kaio

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Sites ajudam no controle das finanças pessoais

Os antigos sistemas de organização financeira -- cadernos e planilhas de Excel -- ganharam novos concorrentes que prometem facilitar a árida tarefa de controlar quanto entra e sai do bolso.
São sites de controle de finanças que não param de surgir no Brasil, na esteira do sucesso do americano Mint.
Há dezenas de opções de sites e ferramentas que podem ser baixadas na internet, segundo levantamento de Conrado Navarro, sócio da empresa de educação financeira Dinheirama.
A maioria dos sites de controle financeiro oferece versões gratuitas e pagas (com custo mensal, geralmente, a partir de R$ 10).
O funcionamento básico consiste em registrar as receitas e gastos e classificá-los por categorias como alimentação, transporte e moradia.
O objetivo é ter um diagnóstico das finanças, identificando os itens em que há maior concentração de despesas e espaço para cortes.
Com a regularidade do uso da ferramenta, também é possível gerar relatórios apontando a evolução dos gastos e receitas mês a mês.
Outras funcionalidades comuns são o alerta de vencimento de contas por e-mail e a criação de metas de receitas e despesas por categoria. Assim, se o usuário estipula um limite de gasto de R$ 500 em lazer no mês, será avisado quando atingir o valor.
DESAFIO
Mas o grande desafio para aumentar o interesse pelas ferramentas é automatizar o lançamento das operações.
Nos EUA, o Mint conseguiu integrar seu sistema com os dos bancos, possibilitando que os dados dos extratos bancários sejam importados automaticamente.
Nenhum site brasileiro conseguiu isso ainda. O que o usuário pode fazer é exportar o extrato do seu banco, salvar no computador e importar para o site, caso os arquivos sejam compatíveis.
Depois de realizar a importação, o usuário pode categorizar os gastos e receitas. Sites como Manubia, Organizze e Contas On-line permitem criar filtros para automatizar os lançamentos.
"Se no extrato do usuário vem todo mês uma conta de luz ou se ele almoça com frequência em um lugar, ele define previamente que, sempre que determinado nome aparecer no extrato, deve entrar numa categoria pré-definida", explica Felipe Spinelli, do Manubia.
Apesar de dar um pouco de trabalho, principalmente no início, Navarro considera que a organização financeira -seja em site ou em papel- é fundamental.
"A maioria das famílias brasileiras está empatada ou em dívida. Isso acontece porque não têm a exata noção de quanto recebem e gastam. Com organização é possível economizar e, quem sabe, passar a investir", disse.
A estudante de matemática Taluana Furlan, 28, trocou as planilhas de Excel pela versão gratuita do gBolso há três anos. Ela concentra os gastos no cartão, junta os canhotos e, toda semana, lança as informações no site. Perde só dez minutos, afirma.
"Comecei a fazer controle financeiro porque ganhava pouco como estagiária e queria economizar. Consegui comprar computador e um celular melhor. Agora que minha renda melhorou, quero começar a investir", conta.

Temporada na praia começa com R$ 1

Guardando uma moeda no valor por dia, veranista consegue juntar R$ 350, o suficiente para gastar R$ 50 diariamente por uma semana
Uma simples moeda de R$ 1 pode ser o início do planejamento financeiro para a próxima temporada no Litoral. Levantamento da Para­ná Pesquisas feito para a Gazeta do Povo nas praias entre os dias 28 e 31 de janeiro mostra que a maioria dos veranistas gasta entre R$ 31 e R$ 50 por dia (quase 30%) e passa em média uma semana no Litoral (quase 32%). Com esse perfil, le­­vando-se em conta o valor de R$ 50 por dia – exceto despesas extras e emergências –, cada veranista precisaria guardar R$ 350 para passar sete dias no Litoral. Ou seja, quase R$ 30 por mês ou R$ 1 por dia.
Verão no azul
Veja como planejar os gastos da próxima temporada:
Poupança
- Para gastar R$ 50 ao dia por uma semana, é preciso acumular R$ 30 mensais ao longo do ano, ou R$ 1 por dia. Uma opção é transferir o dinheiro da conta corrente para a conta poupança, impedindo saques “acidentais”. Outra opção é guardar uma moeda de R$ 1 por dia em um porquinho. O ideal é que o acesso às moedas seja o mais difícil possível, para evitar “saques”.
Compras
- Antes de sair de casa, verifique quais bens duráveis não estão disponíveis na casa alugada ou hotel, como ventilador ou tevê. Leve-os de casa, assim produtos de higiene e cuidados pessoais. Isso evita compras adicionais a preços mais altos.
Alimentação
- Se estiver em um apartamento com cozinha, faça refeições em casa. Isso proporciona economia de até 50%.
Gastos extras
- No planejamento, inclua gastos extras, como passeios e shows. Mantenha esse fundo separado e não o ultrapasse.
Controle
- Mantenha um caderninho com o registro de todos os gastos. A atualização deve ser a cada três ou quatro dias, para não se tornar uma tarefa chata e acabe sendo deixada de lado.
Juntar esse valor não é difícil. Basta ter disciplina, enfatizam os especialistas em finanças pessoais. Como a atual temporada está próxima do fim, já é hora de começar o planejamento para o próximo verão, com depósitos mensais na conta poupança ou mesmo com a engorda diária do porquinho de moedas. Afinal, enfatizam os especialistas, falta de planejamento e de controle de gastos pode se tornar uma bomba na fatura do cartão de crédito. “O ideal é fazer uma reserva mensal”, recomenda o economista Samir Bazzi, professor de Administração Financeira do FAE Centro Universitário. “Da renda de um casal, por exemplo, devem ser poupados 10% ao mês para custear uma temporada sem apertos”, sugere.
O casal maringaense Jair e Lúcia Cortez, de 51 e 45 anos, combinou já na metade de 2010 passar dez dias em Matinhos com os três filhos e outros parentes, mas não fez o planejamento. Dessa forma, os dois já cogitam a possibilidade de estourar o limite do cheque especial. “Na volta vamos ter que reequilibrar as coisas, pagando as contas normais e, com o que sobra, cobrir o limite”, explica Jair.

Os gastos na areia são os mais sentidos pela família. Principal­­mente pelos pedidos dos filhos, as gêmeas Yohana e Suzana, de 15 anos, e Eduardo, de 13. “Em um dia, chegamos a gartar R$ 50 brincando em milho, sorvete e tudo o mais”. Por isso o casal tenta conter algumas despesas. “Como alugamos um apartamento, compramos os alimentos no mercado e preparamos em casa”, ressalta Jair – atitude correta, já que comer em restaurantes pode encarecer a alimentação em até 50%.

Para esses casos, a recomendação é orientar os filhos. “A criança precisa aprender que dinheiro não é elástico. Ela tem de saber que os seus gastos causam impacto para todos”, explica Bazzi.

Endividamento começa no início do mês

Nos inícios dos meses, a maioria dos trabalhadores recebe seus salários, contudo, muitas vezes esses não cobrem nem mesmo o limite tomado do cheque especial. Infelizmente esta é uma constatação de milhões de famílias brasileiras. Prova disto são os dados de levantamento realizado pelo Banco Central.
Segundo a pesquisa, se concentra entre os dias 1º e 10 do mês a entrada das pessoas no cheque especial, quando a média é 26,1% maior que no restante do mês. No cartão de crédito, o uso do rotativo é 59,8% maior entre os dias 5 e 15.
Isso mostra que os consumidores trabalham de forma totalmente errada o dinheiro, incorporando aos salários o limite da conta e o pagamento mínimo do cartão para fechar o mês. Ficando, com isso, pendurados nas linhas de créditos e esperando até o próximo salário. O mais grave é que este processo passou a ser uma rotina, prejudicial à saúde financeira.
O maior problema é que muitos acreditam que isso é normal, o que não é, pois, é possível mudar essa realidade, e para isso deve-se fazer escolhas e ter atitudes. Tomando o controle de sua vida financeira. Para facilitar esse caminho preparei dicas para que se mude esse quadro:
1.    O primeiro passo é reunir a família para conversar sobre sonhos e objetivos, antes de falar em cortar despesas é necessário estabelecer os sonhos e saber quanto custa, entre eles estará o sonho de sair das dívidas;
2.    Dividir os objetivos em curto prazo (até um ano), médio prazo (até dez anos) e de longo prazo (acima de dez anos);
3.    No caso das dívidas é preciso detalhar qual são os credores, o quanto se deve, taxas de juros, se esta vencida ou a vencer e estabelecer uma estratégia para liquidar este problema;
4.    Não procurar o credor antes de ter absoluto controle do dinheiro que entra e que sai, é preciso saber para onde vai cada centavo e cortar os gastos em excesso e supérfluos;
5.    Caso o credor, queira receber imediatamente ou parcelar em condições que não caibam as prestações no orçamento, é preciso dizer não, negociando sempre a melhor alternativa para ambos;
6.    No caso do cheque especial é preciso imediatamente procurar o gerente da conta e propor um cancelamento do limite e uma substituição de linha de crédito alongada, com juros que não ultrapassem 2,5% ao mês;
7.    Cuidado com gastos motivados pelo marketing publicitário, compre sempre com consciência, é preciso ter muita atenção e foco no que se quer e sonha;
8.    Nunca "empreste" seu nome para parentes e amigos. Se eles não podem usar o próprio nome é porque provavelmente já estão com problemas de endividamento. Caso peçam, ajude-os a serem inseridos no caminho da educação financeira;
9.    Quem tem prestações tem dívidas. Ao comprar, pense nas consequências de dividir os valores, é preciso saber que os próximos meses no orçamento estas prestações estarão comprometendo diretamente os ganhos futuros;
10. É preciso em reservas para emergências e também para a aposentadoria, a prevenção é o melhor caminho para não cair nas armadilhas financeiras.
Reinaldo Domingos, educador e terapeuta financeiro, autor dos  livros Terapia Financeira e O Menino do Dinheiro e da primeira Coleção didática de Educação Financeira para o ensino básico, presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira,  www.dsop.com.br .

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

DDA, o Trabalho foi feito????

Acredito que esta ferramenta que as Instituições Financeiras investiram milhões de reais e muito tempo na criação está sub-utilizada.
Por que não utilizam seus canais de acesso para mobilizar as pessoas e empresas a utilizarem o DDA??? (Entrou em vigor em 19/10/2009).
Será que o interbancário está interferindo nisto?? (Um dos maiores ganhos de tarifas das Instituições Financeiras, além de utilizarem terceirizados no recebimento de suas contas. Resumo:quem paga a conta???).
Qual é o problema então???
Temos que entender o que está acontecendo, mas nosso papel como cidadão é conscientizar todos desta excelente ferramenta que traz economias incalculáveis ao nosso país caso seja utilizada em massa. Inclusive e especialmente ao meio ambiente.

Você utiliza o DDA????

Afinal, o que é DDA???
O DDA – Débito Direto Autorizado é um sistema que permite que todos os compromissos de pagamentos emitidos por meio de boletos de cobrança para os clientes Pessoas Físicas e Jurídicas sejam recebidos eletronicamente, por intermédio das Instituições Financeiras.

Benefícios

  • Economia com a postagem de documentos.
  • Economia com a impressão de papel.
  • Possibilita a redução do prazo de faturamento pelo cedente.
  • Redução do prazo para emissão e envio de títulos de cobrança.
  • O cliente pode escolher o canal eletrônico mais conveniente para receber a “Cobrança Eletrônica”.
  • Maior segurança no tratamento do “Contas a Pagar”.
  • Facilidade na utilização do produto, com a redução de comandos e uso do autopreenchimento.
  • Rapidez, mobilidade e segurança nos seus pagamentos.
  • Multiplicidade de canais; (Internet, Celular, Autoatendimento, Fone Fácil, Pag-For Bradesco e Bradesco Net Empresa).
  • Fácil integração as soluções de mercado por adotar o padrão FEBRABAN.
  • Simplificação do processo de recebimentos e pagamentos.
  • Agilidade na quitação dos compromissos com a utilização dos meios eletrônicos de pagamento.
Vejam mais no site do Bacen.

Abraços
Kaio

Previdência!!!! Ainda dá?????

Amigos,
Acredito que está passando o tempo de pensarmos em investir em uma previdência privada.
Além dos benefícios, temos um papel importante na decisão de nosso futuro e de nossos filhos (Previdênvia Jovem, Estudante, Universidade, etc).
Além de estarmos ´educando´ as empresas e pessoas de planejamento financeiro saudável.
Abaixo, algumas dicas sobre previdência.
Boa leitura!!

Tira dúvidas da previdência privada

Confira abaixo as 17 perguntas mais freqüentes sobre a previdência privada:
O que é a previdência privada?
Para manter o padrão de vida durante a aposentadoria, a previdência privada é uma forma de garantir sua renda complementar. Como a aposentadoria oficial só garante o pagamento de no máximo R$ 1.430 mensais, os planos de previdência privada são indicados para quem tem renda superior a esse valor. A previdência privada consiste em duas fases: a primeira é a de acúmulo de capital e a segunda é a de recebimento dos benefícios.
Qual é a diferença entre planos de previdência fechados e abertos? Os planos fechados, mais conhecidos como Fundos de Pensão, são formados para atender a necessidades específicas de empresas de grande porte, sobretudo das estatais. Apresentam regras muito rígidas de funcionamento para os participantes. O acesso é restrito a um grupo determinado e eles não podem ser comercializados no mercado.Os planos abertos são comercializados no mercado por seguradoras ou entidades abertas de previdência privada. As regras são mais flexíveis para atender às necessidades de pessoas físicas ou empresas de qualquer tamanho.
Quais os tipos de previdência privada aberta?Atualmente existem três tipos de previdência privada: o Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL), o Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) e o Plano Tradicional de Garantia Mínima.
O que é PGBL e VGBL e como saber qual é o melhor para mim? Quais são as vantagens e desvantagens?PGBL, ou Plano Gerador de Benefícios Livres, oferece planos específicos para cada tipo de investidor. A carteira de investimentos desses planos varia desde 100% de renda fixa, até 49% com renda variável, para quem deseja um investimento de maior risco. A grande vantagem dos PGBLs é a flexibilidade, já que o investidor pode transferir seu dinheiro para outro plano ou, até mesmo, outra instituição.
VGBL, ou Vida Gerador de Benefícios Livres, é mais indicado a autônomos e profissionais liberais, e também oferece possibilidades de acordo com o perfil do investidor. A principal diferença entre os dois tipos de planos está na forma como é cobrado o imposto de renda.
O PGBL é adequado a quem faz a declaração completa do Imposto de Renda, e suas contribuições podem ser deduzidas no limite de 12% da renda bruta anual. Mas a alíquota progressiva do imposto incide sobre o total resgatado.

O VGBL se aplica melhor para quem faz a declaração simplificada do Imposto de Renda. As contribuições a estes planos não são descontadas da base de cálculo do IRPF, mas a, no momento do resgate, alíquota progressiva incidirá somente sobre os rendimentos.

É importante lembrar que deve-se tomar cuidado na escolha da instituição para este investimento por causa do seu longo período. Pode-se obter informações sobre a empresa no
site da Superintendência de Seguros Privados (Susep) na internet.
O que é portabilidade? Na fase de acúmulo de capital, a lei permite que o contribuinte migre para outra instituição de previdência privada, sem a necessidade de pagar por custos adicionais. Mas a lei não possibilita a transferência na fase de recebimento do benefício.