Bom dia Pessoal!!!
Agora com a Selic em 8,5% aa, a poupança pagará 70% desta taxa. Com isto os investidores estarão procurando (na veradade os Bancos estarão oferecendo) outras modalidades de aplicações: Tesouro Direto, CDB, Fundos de Renda Fiza, etc... CUIDADO: pois as taxas de administração, impostos e prazos mínimo de resgate devem ser observados.
Investimento através de cotas de aplicação tem que ser muito bem analisados.
Conforme comentei na última publicação: qualquer taxa e/ou tarifa a mais será bem vindo para as Instituições Financeiras.
Abraços!
terça-feira, 12 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Crédito Fácil
Colegas,
estamos entrando em uma fase (mais) consumista. Digo isto, pois com as medidas do governo em baixar os juros, consequentemente aumentar o acesso ao crédito e endividamento das famílias brasileiras ( 22% estão super-endividadas: dívidas maiores do que o poder de pagamento).
Este endividamento, iniciando-se pela Minha Casa Minha Dívida, troca ou aquisição de um veículo, bens duráveis, internet/celular, TV a cabo, etc... ficam sub-valorizado a fim de que o comécio e as instituiçòes financeira diluam seu risco de crédito. Ou seja, os preços das 'coisas' estão maiores do que o normal. Mas como é parcelado, isto não se percebe. Ex.: O M2 de um imóvel em um Bairro aqui de Cascavel está mais caro do que o M2 de uma casa no centro. E as Instituições Financeiras? Com a baixa do spread, certamente aumentarão as taxas e tarifas. Vamos ficar atentos.
Agora tem o parcelamento no cartão de crédito de compras... Aonde vai aprar isto?
O crescimento da economia neste momento e para este ano será a base de compras à prazo... Vamos ver quem vai pagar a conta.
Abraços
estamos entrando em uma fase (mais) consumista. Digo isto, pois com as medidas do governo em baixar os juros, consequentemente aumentar o acesso ao crédito e endividamento das famílias brasileiras ( 22% estão super-endividadas: dívidas maiores do que o poder de pagamento).
Este endividamento, iniciando-se pela Minha Casa Minha Dívida, troca ou aquisição de um veículo, bens duráveis, internet/celular, TV a cabo, etc... ficam sub-valorizado a fim de que o comécio e as instituiçòes financeira diluam seu risco de crédito. Ou seja, os preços das 'coisas' estão maiores do que o normal. Mas como é parcelado, isto não se percebe. Ex.: O M2 de um imóvel em um Bairro aqui de Cascavel está mais caro do que o M2 de uma casa no centro. E as Instituições Financeiras? Com a baixa do spread, certamente aumentarão as taxas e tarifas. Vamos ficar atentos.
Agora tem o parcelamento no cartão de crédito de compras... Aonde vai aprar isto?
O crescimento da economia neste momento e para este ano será a base de compras à prazo... Vamos ver quem vai pagar a conta.
Abraços
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