Amigos,
Acredito que está passando o tempo de pensarmos em investir em uma previdência privada.
Além dos benefícios, temos um papel importante na decisão de nosso futuro e de nossos filhos (Previdênvia Jovem, Estudante, Universidade, etc).
Além de estarmos ´educando´ as empresas e pessoas de planejamento financeiro saudável.
Abaixo, algumas dicas sobre previdência.
Boa leitura!!
Tira dúvidas da previdência privada
Confira abaixo as 17 perguntas mais freqüentes sobre a previdência privada:
O que é a previdência privada?
Para manter o padrão de vida durante a aposentadoria, a previdência privada é uma forma de garantir sua renda complementar. Como a aposentadoria oficial só garante o pagamento de no máximo R$ 1.430 mensais, os planos de previdência privada são indicados para quem tem renda superior a esse valor. A previdência privada consiste em duas fases: a primeira é a de acúmulo de capital e a segunda é a de recebimento dos benefícios.
Qual é a diferença entre planos de previdência fechados e abertos? Os planos fechados, mais conhecidos como Fundos de Pensão, são formados para atender a necessidades específicas de empresas de grande porte, sobretudo das estatais. Apresentam regras muito rígidas de funcionamento para os participantes. O acesso é restrito a um grupo determinado e eles não podem ser comercializados no mercado.Os planos abertos são comercializados no mercado por seguradoras ou entidades abertas de previdência privada. As regras são mais flexíveis para atender às necessidades de pessoas físicas ou empresas de qualquer tamanho.
Quais os tipos de previdência privada aberta?Atualmente existem três tipos de previdência privada: o Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL), o Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) e o Plano Tradicional de Garantia Mínima.
O que é PGBL e VGBL e como saber qual é o melhor para mim? Quais são as vantagens e desvantagens?PGBL, ou Plano Gerador de Benefícios Livres, oferece planos específicos para cada tipo de investidor. A carteira de investimentos desses planos varia desde 100% de renda fixa, até 49% com renda variável, para quem deseja um investimento de maior risco. A grande vantagem dos PGBLs é a flexibilidade, já que o investidor pode transferir seu dinheiro para outro plano ou, até mesmo, outra instituição.
VGBL, ou Vida Gerador de Benefícios Livres, é mais indicado a autônomos e profissionais liberais, e também oferece possibilidades de acordo com o perfil do investidor. A principal diferença entre os dois tipos de planos está na forma como é cobrado o imposto de renda.
O PGBL é adequado a quem faz a declaração completa do Imposto de Renda, e suas contribuições podem ser deduzidas no limite de 12% da renda bruta anual. Mas a alíquota progressiva do imposto incide sobre o total resgatado.
O VGBL se aplica melhor para quem faz a declaração simplificada do Imposto de Renda. As contribuições a estes planos não são descontadas da base de cálculo do IRPF, mas a, no momento do resgate, alíquota progressiva incidirá somente sobre os rendimentos.
É importante lembrar que deve-se tomar cuidado na escolha da instituição para este investimento por causa do seu longo período. Pode-se obter informações sobre a empresa no site da Superintendência de Seguros Privados (Susep) na internet.
O que é portabilidade? Na fase de acúmulo de capital, a lei permite que o contribuinte migre para outra instituição de previdência privada, sem a necessidade de pagar por custos adicionais. Mas a lei não possibilita a transferência na fase de recebimento do benefício.